Impacto dos fármacos anti-hipertensivos na prevenção e sequelas de acidentes vasculares encefálicos
DOI:
https://doi.org/10.47385/cmedunifoa.371.5.2018Palavras-chave:
Acidente Vascular Cerebral, Doenças Cardiovasculares, Agentes anti-hipertensivosResumo
As doenças cardiovasculares (DCV) são um grave problema de saúde, contabilizando 31% do total de mortes mundiais em 2015. Aproximadamente 37,8% desse valor apresentaram como causa o acidente vascular cerebral (AVC). Por ano, estima-se haver 15 milhões de casos de AVC, dos quais um terço morre e um terço se torna permanentemente incapacitado. Embora a mortalidade por AVC tenha diminuído ao longo dos últimos vinte anos, o número absoluto de casos tem se expandido. Nos países em desenvolvimento a tendência é que esse número alcance patamares ainda maiores em função do envelhecimento populacional. Gastos associados ao AVC também são relevantes à discussão, pois, em caso de invalidez decorrente de um episódio de AVC, muitas vezes compromete-se a geração de renda das famílias, havendo demanda por maiores gastos do sistema de saúde. Este trabalho objetiva investigar evidências existentes de que fármacos anti-hipertensivos auxiliem na prevenção e tratamento do AVC. Justifica-se do ponto de vista epidemiológico e econômico, mas também do terapêutico, uma vez que é desejável uma atualização das estratégias de manejo e prevenção do AVC, de modo a reduzir seus impactos negativos sobre os indivíduos e instituições, com vias a prover um cuidado de maior qualidade. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica acerca dessas terapêuticas, atualmente em andamento. Estão sendo utilizadas os mecanismos de busca Pubmed e Google Acadêmico, com a definição dos termos de buscas no banco de dados MeSH.
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