Inteligência Artificial na infância
impactos sociocomportamentais e educacionais
DOI:
https://doi.org/10.47385/cmedunifoa.2746.2026Palavras-chave:
Inteligência artificial, Desenvolvimento infantil, Aprendizagem, COGNIÇÃO, COMPORTAMENTO INFANTILResumo
A inteligência artificial tem se expandido rapidamente e passou a fazer parte do cotidiano de crianças e adolescentes, influenciando na aprendizagem, comportamento e desenvolvimento cognitivo. Embora traga benefícios educacionais, também levanta preocupações sobre impactos no pensamento crítico, nas interações sociais, na saúde e no desenvolvimento neuropsicológico. Objetivo: analisar a influência da inteligência artificial no desenvolvimento cognitivo, comportamental e neuropsicológico de crianças e adolescentes, bem como suas possíveis repercussões metabólicas, a fim de promover estratégias que garantam um uso consciente e um desenvolvimento saudável. Metodologia: Trata-se de uma revisão narrativa da literatura, de caráter exploratório e descritivo. Foram realizadas buscas nas bases PubMed/MEDLINE e Portal CAPES, com critérios de inclusão voltados a estudos recentes (últimos 5 anos) sobre o público infantil. Ao final do processo de seleção, 5 artigos foram analisados. Resultados e discussão: Os estudos indicam que a Inteligência Artificial pode favorecer o aprendizado, estimulando habilidades como resolução de problemas, pensamento computacional e engajamento. Tecnologias como robôs e assistentes virtuais também contribuem para o desenvolvimento cognitivo e social quando bem utilizadas. Por outro lado, há riscos associados ao uso excessivo, como dependência tecnológica, prejuízos ao pensamento crítico, redução das interações sociais e impactos no desenvolvimento emocional. Conclusão: A Inteligência Artificial apresenta grande potencial para contribuir com o desenvolvimento infantil, mas seu uso deve ser equilibrado e supervisionado. A participação de pais e educadores é essencial para garantir que a tecnologia seja uma ferramenta complementar. Também é necessária a ampliação de pesquisas e a adoção de práticas éticas para minimizar riscos e maximizar benefícios.
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