Colecistite

A criação de um fluxograma para diagnóstico e tratamento

Autores

DOI:

https://doi.org/10.47385/cmedunifoa.2036.2025

Palavras-chave:

colecistite aguda, fluxograma, gerenciamento da doença

Resumo

Clinicamente, a colecistite aguda manifesta-se como dor no quadrante superior direito do abdômen, febre, náuseas e vômitos, que podem ser exacerbados pela alimentação. O diagnóstico é realizado por meio de exames clínicos, laboratoriais e de imagem, sendo a ultrassonografia o exame inicial de escolha, com a cintilografia hepatobiliar indicada em casos em que a ultrassonografia não é conclusiva. O tratamento, na maioria dos casos, consiste em colecistectomia laparoscópica precoce, preferencialmente realizada dentro de 72 horas após o diagnóstico, para evitar complicações graves como gangrena e perfuração da vesícula biliar. Este estudo propôs a criação de um fluxograma clínico para o manejo da colecistite aguda, fundamentado nas Tokyo Guidelines 2018 e entrevistas com especialistas. O objetivo foi padronizar e agilizar o processo diagnóstico e terapêutico, desde a suspeita clínica inicial até a definição das estratégias terapêuticas, com base na estratificação da gravidade do quadro clínico.

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Publicado

27-06-2025

Como Citar

de Moraes Ribeiro Meirelles, L., Gonzaga Militão, A. C., Silva de Almeida, A. J., Oliveira de Paula, B., Loures Vilela, L., de Araujo Faria, R., … Caram Aniceto, S. (2025). Colecistite: A criação de um fluxograma para diagnóstico e tratamento. Congresso Médico Acadêmico UniFOA, 11. https://doi.org/10.47385/cmedunifoa.2036.2025

Edição

Seção

Artigos de Revisão