Avaliação física em escolares

índice de massa corporal e testes biomotores como possibilidades de intervenção docente

Autores

DOI:

https://doi.org/10.47385/cedvr.2781.7.2026

Palavras-chave:

Escola, Flexibilidade, Força, educação física

Resumo

Objetivos: Aplicar avaliação física (AF) em estudantes de ambos os sexos e organizar um banco de dados sobre aspectos de sua morfologia e capacidade funcional. Metodologia: Estudo de campo longitudinal (CAAE: 16152919.3.0000.5237). Amostra: Moças (n = 9 - idade (Id): 2025 = 12,9±0,7 – 2026 = 13,9± 0,7 – Estatura (E): 2025 = 1,585±0,03 – 2026 = 1,614±0,02 – Massa corporal (MC): 2025 = 55,5±3,7 – 2026 = 56,0±2,5). Rapazes (n = 5 - Id: 2025 - 13,6±0,0 – 2026 = 14,2±0,0 – E: 2025 = 1,673±0,03 – 2026 = 1,735±0,02 - MC: 2025 = 55,8±3,7 – 2026 = 61,3±2,5). Foram aferidos índice de massa corporal (IMC), força de preensão manual (FPM) e teste de sentar-se e alcançar (TSA-flexibilidade). Duas coletas, respectivamente, 9 de maio de 2025 e 22 de maio de 2026. O software SPSS versão 25.0 utilizado para aferir e comprovar normalidade dos dados (Shapiro-Wilk) e teste t pareado para avaliar diferença significativa entre médias. Resultados-Discussão: Entre moças dados de Id foram (2025 = 12,9±0,7 – 2026 = 13,9± 0,7 - ∆% = 7,8%). Entre seus pares rapazes Id = (2025 = 13,6±0,0 – 2026 = 14,2±0,0 - ∆% = 4,4%). Para E (moças – 2025 = 1,585±0,03 – 2026 = 1,614±0,02 - ∆% = 1,8%) (rapazes - 2025 = 1,673±0,03 – 2026 = 1,735±0,02 - ∆% = 3,7%). Para MC (moças – 2025 = 55,5±3,7 – 2026 = 56,0±2,5 - ∆% = 0,9%) e (rapazes - 2025 = 55,8±3,7 – 2026 = 61,3±2,5 - ∆% = 9,9%). O delta percentual (∆%) Id, E e MC aumentou entre avaliações 2025 e 2026. Para IMC  21% dos estudantes (duas moças e um rapaz) também em ambas as avaliações.  Entre moças a média para FPM em 2026 foi maior (M = 24,3, EP = 1,872) que 2025 (M = 20,9, EP = 1,416), t(8) =  - 2,339, p < 0,05. No TSA em 2026 foi menor (M =28,2, EP = 2,782) que 2025 (M = 29,8, EP = 3,120), t(8) = 0,936 , p > 0,05, não significativa. Entre rapazes média para FPM em 2026 maior (M = 39,4, EP = 4,968) que 2025 (M = 32,3, EP = 4,238), t(4), = -3,762, p < 0,05. Para TSA média em 2026 também maior (M = 28,7, EP = 5,250) que 2025 (M = 25,7, EP = 4,981), t(4) = -3,762 , p < 0,05. Conclusão: Processos de crescimento e desenvolvimento cursam com alterações nas variáveis morfológicas (E e MC) e funcionais (FPM e TSA) na segunda década de vida. Nossos dados corroboram esse perfil positivo para a maioria em ambos os grupos. A participação em aulas de Educação física e demais práticas corporais auxilia maior qualidade desses resultados, sempre com devida supervisão do profissional de Educação Física.

Biografia do Autor

José Cristiano Paes Leme da Silva, UNIFOA

Doutorado - Ciências do Esporte e do Exercício - Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ - 2026); Mestrado - História Social- Universidade Severino Sombra (USS-2007). Licenciatura Plena em Educação Física - Escola de Educação Física de Volta Redonda (EEFVR) (1984).Docente -Curso de Educação Física_UniFOA- Disciplina MEDIDAS E AVALIAÇÃO (1994). Membro-Fundador: Grupo_Laboratório de Cineantropometria e Avaliação Funcional-CEF-UNIFOA (1999) -Membro do Laboratório de Atividade Física e Promoção de Saúde (LABSAU-UERJ)(2021). Docente rede pública municipal Volta Redonda-RJ(SME-PMVR) (1991 - 2022)

Henrique de Sena Ferreira, UniFOA - Centro Universitário de Volta Redonda

Discente -  CURSO EDUCAÇÃO FÍSICA  -  UNIFOA

Christian Geórgea Spithourakis Junqueira, UniFOA - Centro Universitário de Volta Redonda

Mestre em Administração pela Universidade Federal Fluminense - UFF, com pesquisa na área de Políticas Públicas de Esporte e Lazer. Possui graduação em Licenciatura Plena em Educação Física, pela Universidade Gama Filho, especialização em Fisiologia do Exercício, especialização em Administração e Marketing, MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas. Atua como Assessora de Convênios na Prefeitura Municipal de Porto Real; Docente no curso de Educação Física do UniFOA na disciplina de Atividades Coletivas de Academia, Supervisora de Estágio e Membro do Comitê de Ética em Pesquisa com Seres Humanos do UnIFOA. Ocupou a função de Chefe de Gabinete da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer de Volta Redonda; foi Diretora de Projetos da Prefeitura Municipal de Porto Real; Gestora do clube Recreio do Trabalhador, da CSN - Companhia Siderúrgica Nacional e Coordenadora de Atividades da mesma instituição. Possui vasta experiência nas áreas de fitness, gestão de clubes e academias, organização de eventos de esporte e lazer, gestão de pessoas e processos, políticas públicas, responsabilidade social, elaboração e implementação de projetos sociais, utilizando ou não os benefícios das leis de incentivo fiscal. Vasto conhecimento da Plataforma Transferegov - sistema de convênios do Governo Federal para cadastro de propostas, execução e prestação de contas de convênios e contratos de repasse. Presta consultoria na elaboração, implementação e execução de projetos pelas Leis de Incentivo ao Esporte Estadual e Federal; com formação em Coaching pela SLAC - Sociedade Latino Americana de Coaching.

Gleisson da Silva Araújo, UniFOA - Centro Universitário de Volta Redonda

Possui graduação em Educação Física Licenciatura pelo Centro Universitário de Barra Mansa (2007) e Bacharelado em Educação Física pelo Centro Universitário de Volta Redonda (2010). É mestre (2017) e doutor (2022) em Educação Física pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Atualmente, é pesquisador vinculado à Escola de Educação Física e Desportos da UFRJ, professor de Fisiologia Humana e Fisiologia do Exercício na Associação Educacional Dom Bosco, e professor das disciplinas de Musculação, Fisiologia Aplicada à Educação Física, Biomecânica Aplicada à Educação Física e treinamento de endurance no Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA). Possui linha de pesquisa no laboratório de treinamento de força, UniFOA, sobre as respostas fisiológicas do treinamento de força combinado com alongamento. Atua também como personal trainer.Tem experiência na área de Educação Física, com ênfase no desenvolvimento de pesquisas científicas, atuando principalmente nos seguintes temas: alongamento e flexibilidade, exercício resistido, respostas autonômicas e hemodinâmicas no treinamento de força, exercícios para pessoas com Diabetes e treinamento de endurance.

Paulo Jose de Souza Pires, UniFOA - Centro Universitário de Volta Redonda

Discente - CURSO EDUCAÇÃO FÍSICA  - UNIFOA

Stephan Pinheiro Frankenfeld, UniFOA - Centro Universitário de Volta Redonda

Possui graduação em Educação Fisica pela Universidade Estácio de Sá (2004) e mestrado em Fisiopatologia Clínica e Experimental pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2009). Realizou seu Doutorado na Faculdade de Medicina (Pós Graduação de Endocrinologia) no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (UFRJ) em 2016, onde desenvolveu um estudo com Esteróides Anabolizantes , Metabolismo e Balanço Redox com a orientação dos Professores Rodrigo Soares Fortunato e Denise Pires de Carvalho. No ano de 2016, ingressou no laboratório de Bioquímica do Exercício e Motores Moleculares -LaBEMMol, para realização do pós-doutorado sob a supervisão da professora Verônica Salerno , para avaliar num modelo de atrofia muscular (ovariectomia), o efeito de diferentes doses de esteroides anabolizantes e do treinamento de força, principalmente observando as vias de sinalização celular e também o balanço redox, finalizado em 2021. Desde 2019, é professor adjunto do Centro Universitário de Volta Redonda-(UNIFOA), na Faculdade de Educação Física, ministrando as disciplinas de Fisiologia do Exercício, Atividades Físicas Gerontológicas e Metodologia de Pesquisa. Participa do núcleo docente estruturante (NDE), sendo responsável pelas áreas de Pesquisa e Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)

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Publicado

01.09.2026

Edição

Seção

Atividade Física e Desempenho Humano