Respostas cardiovasculares de idosos fisicamente ativos, após realização de exercícios aeróbio e resistido combinados na mesma sessão

Autores

DOI:

https://doi.org/10.47385/cedvr.2176.6.2025

Palavras-chave:

Envelhecimento., Exercício físico., Hipertensão., Hipotensão.

Resumo

Objetivos: Aferir pressão arterial sistólica e diastólica (PAS) (PAD), e frequência cardíaca (FC) em repouso, imediatamente após sessão de exercício aeróbio e resistido combinados (ARComb) e após 30 minutos de recuperação; comparar dados com normativas para essa variável relacionadas à Hipotensão pós exercício (HPE). Metodologia: Amostra: 50 idosos (22 homens; 72,8±4,2 anos; 79,1±3,5 kg, e 28 mulheres: 68,8±1,4 anos; 67,8±21,4 kg). Coleta de dados: abril a maio/2025. Assinatura de termo de anuência, aferição de massa corporal, PAS, PAD, FC e cálculos de duplo produto e pressão arterial média. Aplicação de questionário. Usamos SPSS, versão 25, testes normalidade, teste t de student para uma amostra e de levene (homoscedasticidade). Resultados e discussão: Em repouso: média FC: 80,6±11,6 bpm. Intensidade da FC pós exercícios: 59,2±13,3 % entre homens, e 52,2±5,2% entre mulheres em relação FCmax. Pós exercício, nenhum participante atingiu 59 % da FC de reserva. PAS repouso (132,3 mmHg), após exercícios (130,4 mmHg) e pós recuperação (128,7 mmHg) alteração significativa (p< 0,05). PAD não diferiu do valor ideal (p>0,05). Conclusão: Média de PAS reduziu significativamente entre baseline (132,3mmHg) e após 30 minutos de recuperação (128,7 mmHg). Há relação entre HPE e modalidades, volume/intensidade do exercício físico e nível de PA as quais são condicionadas pela supervisão profissional nas ações e prevenção e gerenciamento da PA e influência de determinantes genéticos/epigenéticos, ambientais e sociais que impactam a condição de saúde das populações. A realização de única sessão de exercício físico pode derivar HPE real de até -3,6 mmHg, valor que pode representar superação entre a condição PA elevada para PA normal. A HPE, derivada do exercício físico, pode representar nova perspectiva em termos de redução do uso de fármacos de ação hipotensiva, a depender da robustez e continuidade de investigações nesse campo de estudos, com clara associação à ideia de saúde da população como propedêutica ao contexto qualidade de vida.

Biografia do Autor

José Cristiano, CENTRO UNIVERSITÁRIO DE VOLTA REDONDA - UNIFOA

Doutorando_Programa de Pós-Graduação em Ciências do Esporte e do Exercício (PPCEE) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ); Mestrado - História Social- Universidade Severino Sombra (2007).Membro do Laboratório de Atividade Física e Promoção de Saúde (LABSAU-UERJ). Licenciatura Plena em Educação Física - Escola de Educação Física de Volta Redonda (EEFVR) (1984).Docente do Curso de Educação Física_UniFOA. Membro-Fundador: Grupo_Laboratório de Cineantropometria e Avaliação Funcional-CEF-UNIFOA

Christian Spithourakis, Centro Universitário de Volta Redonda UniFOA

Mestre em Administração pela Universidade Federal Fluminense - UFF, com pesquisa na área de Políticas Públicas de Esporte e Lazer. Possui graduação em Licenciatura Plena em Educação Física, pela Universidade Gama Filho, especialização em Fisiologia do Exercício, especialização em Administração e Marketing, MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas. Atua como Assessora de Convênios na Prefeitura Municipal de Porto Real; Docente no curso de Educação Física do UniFOA na disciplina de Atividades Coletivas de Academia, Supervisora de Estágio e Membro do Comitê de Ética em Pesquisa com Seres Humanos do UnIFOA. Ocupou a função de Chefe de Gabinete da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer de Volta Redonda; foi Diretora de Projetos da Prefeitura Municipal de Porto Real; Gestora do clube Recreio do Trabalhador, da CSN - Companhia Siderúrgica Nacional e Coordenadora de Atividades da mesma instituição. Possui vasta experiência nas áreas de fitness, gestão de clubes e academias, organização de eventos de esporte e lazer, gestão de pessoas e processos, políticas públicas, responsabilidade social, elaboração e implementação de projetos sociais, utilizando ou não os benefícios das leis de incentivo fiscal. Vasto conhecimento da Plataforma Transferegov - sistema de convênios do Governo Federal para cadastro de propostas, execução e prestação de contas de convênios e contratos de repasse. Presta consultoria na elaboração, implementação e execução de projetos pelas Leis de Incentivo ao Esporte Estadual e Federal; com formação em Coaching pela SLAC - Sociedade Latino Americana de Coaching.

Daniel Junior , Centro Universitário de Volta Redonda UniFOA

Resumo: Objetivos: Aferir pressão arterial sistólica e diastólica (PAS) (PAD), e frequência cardíaca (FC) em repouso, imediatamente após sessão de exercício aeróbio e resistido combinados (ARComb) e após 30 minutos de recuperação; comparar dados com normativas para essa variável relacionadas à Hipotensão pós exercício (HPE). Metodologia: Amostra: 50 idosos (22 homens; 72,8±4,2 anos; 79,1±3,5 kg, e 28 mulheres: 68,8±1,4 anos; 67,8±21,4 kg). Coleta de dados: abril a maio/2025. Assinatura de termo de anuência, aferição de massa corporal, PAS, PAD, FC e cálculos de duplo produto e pressão arterial média. Aplicação de questionário. Usamos SPSS, versão 25, testes normalidade, teste t de student para uma amostra e de levene (homoscedasticidade). Resultados e discussão: Em repouso: média FC: 80,6±11,6 bpm. Intensidade da FC pós exercícios: 59,2±13,3 % entre homens, e 52,2±5,2% entre mulheres em relação FCmax. Pós exercício, nenhum participante atingiu 59 % da FC de reserva. PAS repouso (132,3 mmHg), após exercícios (130,4 mmHg) e pós recuperação (128,7 mmHg) alteração significativa (p< 0,05). PAD não diferiu do valor ideal (p>0,05). Conclusão: Média de PAS reduziu significativamente entre baseline (132,3mmHg) e após 30 minutos de recuperação (128,7 mmHg). Há relação entre HPE e modalidades, volume/intensidade do exercício físico e nível de PA as quais são condicionadas pela supervisão profissional nas ações e prevenção e gerenciamento da PA e influência de determinantes genéticos/epigenéticos, ambientais e sociais que impactam a condição de saúde das populações. A realização de única sessão de exercício físico pode derivar HPE real de até -3,6 mmHg, valor que pode representar superação entre a condição PA elevada para PA normal. A HPE, derivada do exercício físico, pode representar nova perspectiva em termos de redução do uso de fármacos de ação hipotensiva, a depender da robustez e continuidade de investigações nesse campo de estudos, com clara associação à ideia de saúde da população como propedêutica ao contexto qualidade de vida.

Gleisson Araújo, Centro Universitário de Volta Redonda UniFOA; Universidade Federal do Rio de Janeiro_UFFRJ; Associação Educacional Dom Bosco, AEDB

Possui graduação em Educação Física pelo Centro Universitário de Volta Redonda (2010), Licenciatura em Educação Física pelo Centro Universitário de Barra Mansa (2007), Mestrado em Educação Física pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2017) e Doutorado em Educação Física pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2022). Atualmente é pesquisador da Escola de Educação Física e desporto, Tem experiência na área de Educação Física, com ênfase em Educação Física, atuando principalmente nos seguintes temas: exercícios de alongamento, exercício de força, respostas autonômicas e hemodinâmicas no treinamento de força.

Marcos Antonio , Centro Universitário de Volta Redonda UniFOA

ESTUDANTE CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA - CENTRO UNIVERSITÁRIO DE VOLTA REDONDA  - UNIFOA

Stephan Frankenfeld, Centro Universitário de Volta Redonda UniFOA

ossui graduação em Educação Fisica pela Universidade Estácio de Sá (2004) e mestrado em Fisiopatologia Clínica e Experimental pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2009). Realizou seu Doutorado na Faculdade de Medicina (Pós Graduação de Endocrinologia) no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (UFRJ) em 2016, onde desenvolveu um estudo com Esteróides Anabolizantes , Metabolismo e Balanço Redox com a orientação dos Professores Rodrigo Soares Fortunato e Denise Pires de Carvalho. No ano de 2016, ingressou no laboratório de Bioquímica do Exercício e Motores Moleculares -LaBEMMol, para realização do pós-doutorado sob a supervisão da professora Verônica Salerno , para avaliar num modelo de atrofia muscular (ovariectomia), o efeito de diferentes doses de esteroides anabolizantes e do treinamento de força, principalmente observando as vias de sinalização celular e também o balanço redox, finalizado em 2021. Desde 2019, é professor adjunto do Centro Universitário de Volta Redonda-(UNIFOA), na Faculdade de Educação Física, ministrando as disciplinas de Fisiologia do Exercício, Atividades Físicas Gerontológicas e Metodologia de Pesquisa. Participa do núcleo docente estruturante (NDE), sendo responsável pelas áreas de Pesquisa e Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)

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Publicado

01.09.2025

Edição

Seção

Atividade Física e Desempenho Humano

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